segunda-feira, novembro 21, 2011

Passeio Inesquecível






Nas águas do lago Guaíba

O Catamarã aparece

Deslizando imponente

Na beleza da manhã.



A turma aguarda

Com sorriso no rosto

E nos olhos o brilho da emoção

Para embarcar

E fazerem a travessia

De Guaíba a Porto Alegre.



Cada aluno com sua câmera na mão

Tirando fotos da aventura

Que irão fazer.



Dos olhos curiosos

Vislumbramos paisagens encantadoras

Da ilha da Pólvora

Das encostas dos morros

E chegando a Porto Alegre

Observamos o Museu Iberê Camargo

Os bonitos edifícios da nossa capital gaúcha.



Enfim atraca o Catamarã

E vamos desvendar

O mistério da Feira do Livro

Com seus contos

Que encantam cada leitor.



Cada um com seu desejo

Em busca de um livro

Param nas bancas para olhar e comprar

Cada aluno procura seu autor preferido.

Depois de um tempo

A manhã passa rápida

E retornamos agora da capital

Para a pequena cidade

Onde o sonho iniciou

E agora tornou-se real.



Um passeio inesquecível

Que nasceu de um Projeto de Leitura

Da Disciplina de Língua Portuguesa

Para tornar realidade 11/11/11.



Vera Salbego

domingo, novembro 06, 2011

CIPRESTE FARROUPILHA


CIPRESTE FARROUPILHA

Sento na sombra
Do cipreste amigo.
Recordo um tempo...
Que lutas foram traçadas.
Homens tombados
Na conquista
De um ideal.
Hoje
Amigo Cipreste.
Presto a ti,
Minhas homenagens.
Na sombra
De tuas folhas
Na visão do Lago Guaíba.
Que traz encanto
E magia à vida
Da gente.
Em cada filho dessa terra.
Traz consigo ,
Orgulho.
Foi na tua presença
Que se fez à história
Desse povo valoroso.

VERA SALBEGO

CASA AMALDIÇOADA


CASA AMALDIÇOADA


Em meado de 1972, numa cidade do interior gaúcho morava uma família composta por nove pessoas: pai, mãe e quatro filhos homens e três mulheres.
Era uma família de classe média, e seus filhos frequentavam bons clubes, e escolas. Somente o pai sustentava a casa. Nas férias costumavam viajar para visitar parentes em outras cidades.
A casa sempre estava com visitas, que vinham de vários lugares. Até o padre da Paróquia local costuma vir para os almoços de domingo daquela família de descendentes italianos
Os dias transcorriam tranquilos,e os anos se passavam sem nenhuma modificação, família italiana barulhenta como todas as outras, mas normal.( Os anos passavam, sem nenhuma modificação: os dias transcorriam tranqüilos, normais, naquela família de barulhentos italianos.)
O chefe da família ia adquirindo seus bens, e tornando-se mais um membro da sociedade local, freqüentando as reuniões com a elite da cidade. Destacava-se em sua profissão, e era muito conhecido naquela pacata cidade do interior. Muitas amizades eles faziam, e o sobrenome era reconhecido nas altas rodas.
Os filhos iam crescendo e tomando seus rumos com a ajuda do pai, pois cada um queria ter seu próprio negócio. Os dias e anos iam passando, e a vida começou a mudar. Os filhos homens, hoje adultos, foram criando problemas financeiros, e o pai tinha que saldar as dividas, para não ficar com o nome sujo na praça. Assim, a medida que o pai ia pagando os prejuízos financeiros, causados pelos filhos homens, essa família ia perdendo o poder financeiro
Os filhos homens fechavam bordeis da cidade, pagavam bebidas aos amigos, gritando, que naquela noite eles estavam financiando as bebidas. Transcorriam os dias e meses, e o pai, agora, preocupado com os filhos, e com as dividas que continuavam chegando, a toda hora, começou a ficar doente.
As filhas mais velhas foram casando e constituindo novos lares. Restava a caçula, que estudava e gostava de ler e escrever. Passava seus dias sempre envolvida com livros, dando aulas para suas bonecas. Não percebia o que estava acontecendo a sua volta. vivia sua vidinha de menina, num mundo de fantasias.
Estudava num colégio de freiras, que era a melhor escola da cidade, naquela época, e aos domingos gostava de frequentar o cinema com suas amigas. Ia na igreja matriz da cidade, aos domingos pela manhã, e após voltava para casa para o almoço de domingos. Agora já não recebiam tantos convidados para almoçar, mas mesmo assim a melhor louça de porcelana, acompanhadas das taças de cristais era colocada sobre a mesa. Essa família sempre primou pelo bom gosto à mesa.
Os filhos homens também foram constituindo família, reduzindo assim a grande família, agora apenas a filha menor que hoje é adolescente, e aos pais..
O pai ainda pagava dividas dos comércios dos filhos, que corriam à ele, para ajudá-los. Sendo, assim o pai agora mais velho, já não tinha tanto dinheiro, e também seus créditos estavam acabando, restando as terras herdadas dos seus avós, para vender. E assim foi feito!
Em meados de 1972 restava, agora, somente sua casa, no centro da cidade, para ser vendida para quitar as divida dos filhos.
Foi aí que tudo começou: a filha adolescente, observava tudo sem se manifestar. Até que um dia chega o futuro comprador, e ela lança uma maldição para aquela casa!
Dali em diante, todo o morador daquela casa não ficaria morando muito tempo por lá, pois coisas sinistras aconteciam à noite. Quando os moradores iam dormir. portas e janelas se abriam, sem ninguém abri-las .Ouviam-se vozes nos corredores, e no pátio ouviam-se caminhadas, e gargalhadas pelos cantos da casa.
Desta forma, as pessoas não permaneciam muito tempo por ali. A casa foi colocada a venda e muitas pessoas passaram por ela.
Longos anos se passaram, e agora adulta, aquela menina do inicio da história entra novamente na sua antiga casa, agora como proprietária. Olha em volta e sorri pois aquela linda morada era unicamente dela.
Abre as janelas, e procura por todos os cantos vestígios dos velhos e bons tempos de sua infância feliz.
E promete para si mesma, que nunca irá se desfazer daquele patrimônio que seu pai construiu. Hoje, seus pais já não existem mais, e ela quer tornar aquela casa o símbolo de seu amor, pelos pais.
Manda pintar a casa, plantar flores nos antigos jardins, nos pátios de inverno e verão e também cuidar o grande pátio, onde tinham plantações de uva.
A casa amaldiçoada voltou a brilhar com sua proprietária, que hoje abre as portas da casa para receber intelectuais envolvidos com a cultura da cidade.
A caçula da família tornou-se uma grande escritora de sucesso Nacional, e Internacional. E a casa voltou a ser a referência da cidade, sempre aberta para os amigos e novas amizade. Assim termina a Maldição da casa.

Vera Salbego
http//verasalbego.zip.net

A AVENTURA DO TIO FRANCISCO




A AVENTURA DO TIO FRANCISCO


Era uma vez, numa pacata cidadezinha perdida no meio das montanhas, com apenas 500 habitantes. Pessoas simples, de hábitos rústico.
Vivem felizes, da Pecuária e Agricultura. Lá existem poucas lojas , para dizer apenas um mercado, uma loja de vestuário, e uma farmácia. Este é o comércio do local.
Os moradores se conhecem, e vivem tranquilamente, deixando suas casas e carros abertos, pois não existe violência. Existe honestidade naquele local.
Numa fazendinha próxima da cidade vive um homem sozinho e sempre bem humorado, que todos respeitam e admiram. Tio Francisco era amado pelas crianças e adultos daquela localidade, que o chamavam assim num tom bem familiar, por considerá-lo como membro da família, pela simpatia.
Em sua fazenda havia uma pequena floresta de árvores nativas, e uma cachoeira.
Ele contava várias histórias, que aconteciam por ali, como a do Lobisomem e da mula sem cabeça, mas a população não acreditava, apenas ria.
Certo dia, um grupo de alunos da Escola da cidade vieram juntamente com a professora de ciências, para visitarem a floresta, e estudarem as plantas, que existia ali.
Os alunos e a professora, radiantes estavam, ao entrar entre as árvores juntamente com Tio Francisco, para o passeio.
Foram caminhando e entrando naquele vasto paraíso da natureza notando assim a beleza das árvores, e dos animais, muitos deles raros.
Iam à frente a professora e Tio Francisco explicando sobre a fauna e flora daquela região.
Os estudantes entusiasmados vão adentrando a floresta e sentindo os aromas da mata e vendo o colorido das flores.
De repente se deparam com seres de outro mundo (duendes: seres pequenos que só fazem o bem) e ficam boquiabertos com aquela situação. Ficam perplexos com a situação. E correm entre as árvores vendo aqueles seres pequenos e risonhos que estão por ali.
Tentam se comunicar, mas não conseguem, até que Tio Francisco intervém, para alivio dos alunos.
Tio Francisco parece falar com aqueles seres e sentem que há cumplicidade entre eles.
- Crianças, vocês não podem espalhar na cidade sobre nossos amiguinhos, porque eles precisam de paz e harmonia para viver.
As crianças excitadas ficam paradas vendo Tio Francisco conversando numa língua diferente com aqueles seres iluminados. Eles não entendiam, mas percebiam que a comunicação estava fluindo bem.
Eles sentem, um grande carinho que emana dos duendes e percebem o valor desse afeto para a natureza. Os duendes unem as mãos e irradiam um facho de luz azul em direção as plantas doentes, que aos poucos iam se revigorando .
A professora e os alunos sensibilizados com todo aquele amor pela natureza resolveram se comprometer mais na recuperação das plantas, e cuidarem da natureza.
Assim sendo voltaram, para a escola, e criaram um Projeto de Preservação da Natureza e todos se comprometeram a ajudar e também a guardar o segredo sobre os duendes.
A história termina com o segredo preservado, e Tio Francisco e a população do lugar vivendo felizes para sempre.

Vera Salbego
HTTP//verasalbego.zip.net

quarta-feira, novembro 02, 2011

AS QUATRO ESTAÇÕES


AS QUATRO ESTAÇÕES.

Deus criou as quatro estações
Para que o homem
Aproveitasse todos os momentos da vida.
O verão para saborear o sol
E a natureza com toda sua essência.

A primavera para olhar e sentir
Os aromas da natureza.
Com todo seu esplendor.
Sua majestade em flor.

No outono as folhas caindo
E a gente sentindo na pele
O ventinho que vem de mansinho.
E os dias que vão escurecendo mais cedinho.

Chega o inverno.
Que Deus criou para o homem
Voltar-se mais para junto da família.
Do aconchego do lar.
Para interiorizar-se.
Buscar no intimo de cada ser.
A reflexão de si mesmo.
E poder continuar assim.
A caminhar e viver junto às quatro estações do ano.

VERA SALBEGO
http://verasalbego.zip.net

sexta-feira, agosto 12, 2011

Meu Grande Herói,meu PAI !

PAI

Saudade.
Ensinamentos,carinho.
Emoção.


Pai,
Eterna saudade.
grandes sabedorias.
Deixaste.
Tornou-me quem sou.
Filha,mulher ,profissional,cidadã.

Pai,amigo companheiro.
trouxeste a nós.
Bravura da luta diária.
Mostrou aos filhos
O valor da honestidade,
Da integridade
Da garra frente aos problemas da vida.

Pai,grande amigo.
Partiste
Mas,ficaste no coração de quem te ama.
E vives em cada gesto meu.
Na eternidade do encontro.
No encontro das estrelas.

Homenagem ao meu grande herói ,meu pai.Henrique Salbego.



Poetisa Vera Salbego



domingo, julho 17, 2011

Amigos


AMIGOS

Amigos são parceiros.
De nossa alegria
De tristezas
Da mesa do bar
Do chimarrão
Das caminhadas
De nossas afinidades.

Amigos são aqueles
Que nos dão bronca
Quando erramos.
Nos olham profundamente
E sabem ...
Sentir nossa alma.
Compactuam
Nossa existência
E vibram
Com nossas vitórias.
Amigos são amigos é só!
Amigos não são parentes
São almas
Para compartilhar nossos sonhos,
Amores.
Amigos são anjos
Que vieram
Para estar sempre ao nosso lado
A nos proteger!!
Por isso são amigos!
Poesia de Vera Salbego do Livro Caminhos.
DIREITOS RESERVADOS à autora.

sábado, julho 16, 2011

FATOS MARCANTES DA VIDA ENQUANTO PROFESSOR






No ano de 1997, em uma escola de Guaíba, ocorreu um fato, que muito me emocionou. Um senhor dos seus 52 anos fazia o ensino médio noturno, só que em sua turma o aluno mais velho era ele e a gurizada “zoava”, faziam bagunça e colocavam apelidos no pobre homem.
Este senhor aborrecido com esta diferença de idade e das brincadeiras feitas pelos colegas adolescentes, parou de freqüentar a escola. Ao retornar naquela turma, percebi a ausência daquele aluno que mesmo com suas restrições pedia gentilmente explicações da matéria com muito interesse e vontade de aprender, mesmo sem estudar a vinte e cinco anos. Visto que este aluno retornou à escola, para concluir os estudos, já que era uma exigência da empresa na qual trabalhava. Perguntei a turma e os alunos informaram, que o Sr. Rodrigo tinha parado de estudar, devido a conflito de gerações. Depois que fiquei ciente, conversei com os alunos sobre o comportamento da turma e os fiz perceber que aos 52 anos de idade ele teria muita dificuldade em conseguir outro emprego, já que no atual estava há 15 anos.
A turma apresentava um comportamento displicente e desvinculado das necessidades humanas. Foi o momento de pararmos e fazermos juntos uma grande reflexão sobre o respeito às diferenças. A partir daí, a turma resolveu ajudar caso o Sr. Rodrigo retorna-se para concluir seus estudos. Fui até a secretaria da escola e obtive o endereço do aluno e me dirigi para lá. Chegando em sua residência, o mesmo surpreendeu-se com minha visita. Assim, me fiz presente na vida de seu Rodrigo, conversamos durante horas sobre a importância dos estudos e de seu retorno à escola. Ele, concordou e agradeceu humildemente a minha visita e emocionado, sentiu que alguém se importava com ele. Naquele momento, percebi o quanto aquele gesto meu foi importante para aquele aluno, pois dei a segunda chance dele crescer como cidadão e pessoa humana.
Ao voltar a sua turma, os colegas modificaram suas atitudes e seu Rodrigo passou a ser um grande companheiro daqueles adolescentes, aconselhando-os em seus problemas cotidianos.
Vejo, hoje, a importância daquela atitude que deixou em meu coração uma mensagem maior do dever cumprido.
No final do ensino médio, aquela turma me escolheu como paraninfa, motivo de orgulho e emoção, ao chegar acompanhando os mesmos na grande noite da FORMATURA. Os nomes foram sendo chamados e, de repente o aluno Rodrigo aproxima-se do palco para receber seu diploma e eu o entrego chorando de emoção. Parabéns, aluno Rodrigo. Você venceu esta etapa de sua vida.
VERA LUCIA MARTINS SALBEGO

Sou Loba




Nas noites me transformo
Sou loba em busca
De um ser
Que me ame
De mansinho
Loba faminta de beijos
Envolvida com a matilha
Que chega com a lua cheia.
No uivo da loba
Bate um coração que só sabe amar.

Vera Salbego

Quando te vejo



Meu amor quando te vejo
Sinto o mundo sorrir
Estremeço por inteira
Fico fascinada por te ter.

Somos loucura
Tesão e desejo
Misturada com paixão.

Quando te vejo
Meu corpo te chama
Me entrego inteira
Para poder te amar.

Sentir teus lábios
A roçar os meus
Fico maluca, para te encontrar.

Vera Salbego

sexta-feira, julho 15, 2011

ANJO


ANJO


Um anjo bateu em minha janela
Trazendo musica pra me acordar
Mostrou-me a lua.
Iluminou meu coração.
Subiu a serra
Visitou as Araucárias.
E o sol foi testemunha
Do reencontro.
Sorrindo ao amanhecer.

Fomos ao Templo
E deixamos os mantras
Abençoar-nos.
Lá no alto o anjo tomou chimarrão.
Sorriu e viveu.
Na essência e magia
Da amizade.

Na trilha do caminho
Entre morros verdejantes
E o aroma da pitangueira
No ar.
Exalando vida.
E o anjo amigo
Busca no encontro
O valor da amizade.

Na brisa da tarde
No pôr do sol de Portinho.
O anjo vive aquele momento sagrado.
A amizade.

Nas águas do rio abençoado
Laços foram fortalecidos
E no silêncio da tarde
O anjo amigo.
Deixa marcada sua presença.
No solo gaúcho.

Na voz e no canto
Que encanta.
Musica no ar.
Emoção no coração.
Embalados pela sinfonia
Como um pássaro
Que busca a acolhida
No repouso da amizade.

O anjo despediu-se
Na esperança de um novo
Amanhecer.
Voou por entre nuvens
E deixou saudades
Mas a certeza de um novo reencontro.
E o anjo foi-se na melodia do Vento...

Vera Salbego

Na Sombra dos Jacarandás


Nas sombras dos jacarandás
No ritmo da poesia
No ritmo da emoção
Fiz minha estréia
Na Praça Cultural
50º Feira do Livro de Porto Alegre.

Vi o sonho de outrora
Se realizar.
Na espera do tempo.
Desnudei a magia
Da palavra.
Que agora em livro
Trago VITRINE DO CORAÇÃO.
Para ser apresentado
Ao mundo mágico da Literatura.

A cortina se abre para a poetisa
Apresentar sua obra.
Mostrar os mistérios da poesia
Que se desnudam do tempo
Para chegar ao presente, agora!

No perfume que exala
Dos jacarandás em flor.
Nasce uma poetisa.
Manifestando sua arte.
Para o mundo de leitores.

Vera Salbego

terça-feira, julho 12, 2011

HISTÓRIAS DE BRUXAS E POÇÔES


.

I

Canção das Bruxinhas

Minhas bruxarias vão sair pro mundo
Vou trabalhar, vou batucar
Se Deus quiser, quando eu voltar
Uma poção eu vou fazer.

II

Adeus...

Adeus, adeus
As coisas más
Eu vou trazer a esperança
Vou rezar para voltar o Amor.
É uma poção eu vou fazer.
Para acabar com a maldade.
E trazer a generosidade.

III

Apelo!

-Janete
_Cristina
-Vera
-Carmen
-Paulo
-Matheus
-Cadê Vocês!
Oh!Mãe do Céu!
-Eu bem disse que acabaria com a maldade que existe no mundo.
_E preciso de vocês para ajudar a semear a bondade e o amor entre os seres do mundo.
-Vamos nos unir.

IV
Cantiga de Otimismo

É tão triste ver as pessoas
Praticando violência, roubando
E mais fácil praticar o bem
E fazer dele nossa canção
Para encantar o mundo com nosso Amor.
Vamos levantar a bandeira de otimismo
Enfrentar tudo e a todos.
Como companheiros da poção da paixão.

V

União

Vamos nos unir
Companheiros de poção
E fazer dessa união
Nosso lema pra missão
Das bruxinhas da nação.

VI

No dia seguinte

Minhas bruxarias vão voltar pro mundo
Vou trabalhar, vou batucar
Se Deus quiser vou realizar
Uma poção para ajudar
A humanidade a se curar
Meus companheiros também vão ajudar
E a Deus vamos agradecer
E concretizar nossa missão.

I

Canção das Bruxinhas

Minhas bruxarias vão sair pro mundo
Vou trabalhar, vou batucar
Se Deus quiser, quando eu voltar
Uma poção eu vou fazer.

II

Adeus...

Adeus, adeus
As coisas más
Eu vou trazer a esperança
Vou rezar para voltar o Amor.
É uma poção eu vou fazer.
Para acabar com a maldade.
E trazer a generosidade.

III

Apelo!

-Janete
_Cristina
-Vera
-Carmen
-Paulo
-Matheus
-Cadê Vocês!
Oh!Mãe do Céu!
-Eu bem disse que acabaria com a maldade que existe no mundo.
_E preciso de vocês para ajudar a semear a bondade e o amor entre os seres do mundo.
-Vamos nos unir.

IV
Cantiga de Otimismo

É tão triste ver as pessoas
Praticando violência, roubando
E mais fácil praticar o bem
E fazer dele nossa canção
Para encantar o mundo com nosso Amor.
Vamos levantar a bandeira de otimismo
Enfrentar tudo e a todos.
Como companheiros da poção da paixão.

V

União

Vamos nos unir
Companheiros de poção
E fazer dessa união
Nosso lema pra missão
Das bruxinhas da nação.

VI

No dia seguinte

Minhas bruxarias vão voltar pro mundo
Vou trabalhar, vou batucar
Se Deus quiser vou realizar
Uma poção para ajudar
A humanidade a se curar
Meus companheiros também vão ajudar
E a Deus vamos agradecer
E concretizar nossa missão.


Vera Salbego

sábado, julho 09, 2011

Ser Criança


Ser Criança


Ser criança é ter a pureza
No olhar
E ter emoção nas brincadeiras
Sentir na pele a beleza
Do vento sobrando ao nosso redor
Curtir a infância ao máximo
Brincar sempre sem se arrepender
Deixar emocionar pelas coisas infantis
Ver o Papai Noel e por ele se apaixonar
Acreditar no Coelho da Páscoa
Nos sonhos e deleitar-se com tudo isso.
Deixar a inocência tomar conta do seu ser.
Deixar a alma de criança falar sempre mais alto.
Ser Criança é acreditar nos sonhos.

Vera Salbego

terça-feira, junho 28, 2011

Palavras



PALAVRAS
VERA SALBEGO

Palavras.
Amigas ,companheiras.
Parceiras das horas.
São fileiras de letras.
Como pequenos soldados.
Que lutam ligeiras.
Nas trincheiras da vida.

Palavras
Belas palavras.
Que encantam.
Iluminando o nosso dia.

Palavras .
São crianças .
Nascendo ao toque
Do escritor.

Que em cada momento.
Deixa sua mensagem.
Em cada entrelinhas.
Em cada emoção.



Vera Salbego

domingo, junho 26, 2011

Descobri


Descobri que o tempo rouba nossos sonhos
Que precisamos acreditar neles
E não deixar que os mesmos se vão
Nossa fé e amor podem realizá-los.

Descobri que precisamos crer
Para assim não deixar
Nossos sonhos serem roubados
Pelo tempo que se vai.

Vamos viver cada dia
Como se fosse o ultimo
Saborear o tempo
Deixando apenas a brisa levar nossos pensamentos
E juntar nossas emoções.


Vera Salbego

AMIZADE




Amizade não se compra
Amizade se conquista
Amizade não puxa saco.
Doa-se carinhosamente
Em virtude da pureza.

Amizade não pode ser interesseira
Não pode ser prepotente
A amizade deve ser sincera
De nada adianta tirar vantagens
De um amigo.

O ser humano que se aproveita
Do cargo
Para dar presentinhos aos amigos
Ele não esta sendo fiel
Ao amigo.
E nem a si mesmo.

VERA SALBEGO,Professora,Poetisa,Escritora.
http://verasalobego.zip.net
Escrito por vsalbego às 11h17

Biblioteca




Como são encantadas
Ás bibliotecas
Cada livro exposto nas estantes
Cada estória
Dentro deles
Fazem viajar os leitores
Em busca de novos horizontes.

Biblioteca, Mário Quintana
Hoje, colorida estás
De tuas paredes
Contrastada com o rosa do teu forro
Traz a cultura para a escola.

Em cada livro
Um sonho
Apenas, aguarda o leitor
Com suas janelas abertas
Para saciar a fome da leitura.

Livros novos te esperam
Para invadir
O mundo dos sonhos
Em busca de uma quimera.


Vera Salbego

Quero Escrever


QUERO ESCREVER

Quero escrever
Ao ser humano

Algo que o faça
Despertar
Para o mundo.
Que o faça parar
De destruir a natureza.
E tomar consciência
Que a natureza é o pulmão
Do mundo.
E de nossa existência.
E dela precisamos
Para nossa sobrevivência
Neste planeta terra.

Vamos unir nossas forças
E tentar salvar
O que resta ainda
Da nossa Floresta Amazônica
De nossa Mata Atlântica.

Vamos plantar mais árvores
E preservar a vida
Do nosso planeta.
Unindo forças no mundo todo
A Natureza será preservada
Para as novas gerações
Conhecer a beleza da Fauna e Flora
De nossa Terra.
Assim, escrevo com a consciência.
De poeta e o coração de ser humano.
Para espalhar aos quatro ventos
A sinfonia do amor a Natureza.

POESIA DE VERA SALBEGO.
DIREITOS AUTORAIS
www.recantodasletras.com.br/autores/poetisaverasalbe
http://verasalbego.zip.net/

terça-feira, junho 21, 2011

Inverno


Inverno

Estação onde gostamos
De comer pratos quentes
Onde o aconchego é agradável
E os amigos são fundamentais
Os amores são mais quentes
E vibrantes
Onde o vinho nos faz companhia
E o chocolate quente também.
Inverno a lareira acesa
E o abraço amigo.
De um amor especial.
Aquecendo o corpo da gente.

Vera Salbego

sábado, junho 18, 2011

QUATRO ESTAÇÔES DO ANO


QUATRO ESTAÇÔES DO ANO

Deus criou as quatro estações
Para que o homem
Aproveitasse todos os momentos da vida.
O verão para saborear o sol
E a natureza com toda sua essência.

A primavera para olhar e sentir
Os aromas da natureza.
Com todo seu esplendor.
Sua majestade em flor.

No outono as folhas caindo
E a gente sentindo na pele
O ventinho que vem de mansinho.
E os dias que vão escurecendo mais cedinho.

Chega o inverno.
Que Deus criou para o homem
Voltar-se mais para junto da família.
Do aconchego do lar.
Para interiorizar-se.
Buscar no intimo de cada ser.
A reflexão de si mesmo.
E poder continuar assim.
A caminhar e viver junto às quatro estações do ano.

VERA SALBEGO


Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=147521#ixzz1PfIbj1Xn

sábado, junho 11, 2011

Corações Apaixonados



Somos duas almas
Que se encontraram
No sabor da vida


Corações apaixonados
Que só querem amar
Viver na trilha do tempo
Vivendo o encantamento

De um olhar
Que se viram
E querem dar e receber amor

Somos dois
Corações enamorados
Que só sabem amar

Descobri


Descobri que o tempo rouba nossos sonhos
Que precisamos acreditar neles
E não deixar que os mesmos se vão
Nossa fé e amor podem realizá-los.

Descobri que precisamos crer
Para assim não deixar
Nossos sonhos serem roubados
Pelo tempo que se vai.

Vamos viver cada dia
Como se fosse o ultimo
Saborear o tempo
Deixando apenas a brisa levar nossos pensamentos
E juntar nossas emoções.


Vera Salbego

De Mim


De Mim

Gosto de passar meu tempo
Escrevendo
On line no PC
Publicando e inventando
Coisas para passar o tempo
Nos intervalos das conversas
Nasce um poema
Inspirados na vida
Ou quem sabe no Amor.
Tudo é possível
Pois para nascer uma poesia
Basta deixar a emoção falar mais alto.


Vera Salbego

De Repente

Você é...



Você é...

Você é a Diva
Que pousou em minha janela
Pra poder trazer luz
Para minha existência.

Você é o amor
A brilhar na minha vida
E como chuva de prata
Que abriga o meu corpo.

Você é a união
Do carinho e da ternura
Para acarinhar os meus dias.

Você é a doçura
Que encanta as minhas caminhadas
Por isso é o meu amor.

Vera Salbego

domingo, maio 15, 2011

CAMINHOS

Caminhos

Nossos caminhos se cruzaram
Não quero mais me separar de você
Pois encontrei agora
A razão do meu viver.
Pois chegaste a minha vida
Para me fazer feliz.
Portanto, fica comigo
Que te amarei com todo meu carinho.

Vera Salbego

sábado, maio 14, 2011

Falar de Amor

E sussurrar no teu ouvido
Belas palavras de amor
Poder dizer o quanto
Representas em minha vida
Que tua companhia junto a mim
É muito gratificante.

Fazer de cada momento
Uma sinfonia de amor
Para dizer que o Amor é Sublime
E viver contigo essa paixão.

Vera Salbego

OBRIGADA PELA VISITA.

AGRADEÇO A VISITA NO MEU BLOG.VOLTEM SEMPRE.AO COPIAR OS TEXTOS NÃO ESQUEÇAM DE COLOCAR O NOME DO AUTOR.ESSA É A LEI DOS DIREITOS AUTORAIS.