sábado, abril 26, 2014

CRÔNICA DE VERA SALBEGO

Esquecidos Pergunto- me sobre os índios, eles que eram os donos da terra e hoje estão esquecidos por nossos governantes. Avistamos algumas aldeias espalhadas às margens de estradas numa pobreza total. E nós, seres “civilizados”, esquecemos de nossos irmãos que ficam abandonados nesta vida. Alguns índios vêm até a cidade vender seus belos trabalhos manuais, mas são discriminados por algumas pessoas. São seres que, como nós, têm os mesmos direitos e deveres neste nosso Brasil, este país dito democrático, mas que esquece dos filhos que foram os pioneiros nessa terra, que souberam receber os que aqui chegaram e foram roubados de suas raízes, de suas terras. Hoje, esses mesmos índios precisam da atenção de nossas autoridades para que possam continuar a viver e propagar suas origens pelo nosso território. Vemos índios por todos lugares vendendo seus artesanatos, remédios , bijuterias, mas nunca pedindo esmolas. Estes mesmos índios já foram políticos e alguns destacam- se nas universidades como muitos dos nossos. Mas, infelizmente, é uma minoria que vai pelo caminho da educação. Por isso, escrevo na intenção de pedir apoio dos nossos governantes aos índios brasileiros. Vera Salbego

domingo, abril 13, 2014

CRÕNICA

Domingo, dia iluminado, com vento frio e eu, aqui frente a essa folha em branco, desafiada a escrever uma crônica. Vamos arregaçar a manga e escrever sobre nosso poeta Mario Quintana ou, digamos, sua poesia " Da vez primeira que me assassinaram". Escrever sobre esse assunto é interessante pois, a cada dia que passa, nossas vidas são provocadas com situações que nos impelem a seguir em frente. Mas vamos caminhando nessa jornada terrena com possibilidades e estímulos que nos fazem correr a cada instante em busca de nossas raízes. Nosso lado sensível muitas vezes vai ficando agressivo pela maneira como a sociedade age em busca de seu cotidiano, tanto no trânsito como no trabalho. Vamos, assim, sendo consumidos pela loucura desse mundo maluco em que vivemos. Esse mundo qm que o homem precisa ter e não ser, na premissa de sua batalha diária. Infelizmente, já não somos seres plausíveis como nossos pais, pois a correria diária nos deixa a mercê da loucura. Nossos valores estão mudando frente a novas gerações; o que antes era valor, hoje já não é mais assim considerado. E é nesse mundo caduco que vivemos e enfrentamos nossos medos e sonhos, é nele que nossa apatia vai deixando sequelas em nosso ser. Enfrentando esse caos de nossa sociedade vamos em frente apenas com sonhosde um futuro melhor para essas novas gerações. Vera Salbego

COMO É BELO MEU GUAÍBA

sábado, abril 12, 2014

POESIA AUTOBIOGRAFICA

POESIA AUTOBIOGRAFICA Sou mulher, fêmea... Que leva a vida com sua poesia. Fêmea com sua sensibilidade A flor da pele. Amiga, irmã Trago no coração O carinho da amiga E nos braços o abraço de irmã. Minha sensibilidade Faz-me ser consciente Dos problemas da Sociedade. Preocupo-me com os desamparados. E meu coração gostaria de aconchegar a todos. Odeio tudo que for Preconceito. Nada vejo de diferença. Afinal, todos somos filhos do grande Pai Celestial. Sou guerreira. Enfrento a vida de cabeça erguida. Sou determinada e corro atrás dos meus sonhos. Sou de poucas palavras Pois prefiro as ações. Muitas vezes me magôo com facilidade. Minha sensibilidade e minha alma Estão muito prementes e envolvo-me inteiramente. Nas coisas que faço. E nas amizades que tenho. Entrego-me inteiramente. Não vejo a maldade e a deslealdade. Que muitas vezes encontro no meio de um sorriso Ou de um abraço. Mas, prefiro ser assim. Acreditando nas pessoas. E deixando-me levar pelas minhas Poesias. Sou simples e acredito no Sonho. Senão não estaria aqui fazendo da palavra. A minha AUTOBIOGRAFIA. Descrevendo-me como sou. E crendo nas minhas convicções. E nas minhas raízes. Deixadas por meus ancestrais. Que vieram além mar. Da nossa amada Itália. Onde um dia meus pés pisaram. Nestas terras para sentir Em minha alma e coração. A essência que busco de minhas raízes. Onde deixarei um dia publicado meus versos. Na língua Italiana. Marcando assim a minha passagem. Por estas terras. E deixando no coração da poetisa. A realização de um sonho. Esta é a VERA SALBEGO CÔNSUL DE GUAÌBA RS Poetisa que faz da Poesia seu Lema de Vida!

POESIA

OBRIGADA PELA VISITA.

AGRADEÇO A VISITA NO MEU BLOG.VOLTEM SEMPRE.AO COPIAR OS TEXTOS NÃO ESQUEÇAM DE COLOCAR O NOME DO AUTOR.ESSA É A LEI DOS DIREITOS AUTORAIS.