domingo, abril 13, 2014

CRÕNICA

Domingo, dia iluminado, com vento frio e eu, aqui frente a essa folha em branco, desafiada a escrever uma crônica. Vamos arregaçar a manga e escrever sobre nosso poeta Mario Quintana ou, digamos, sua poesia " Da vez primeira que me assassinaram". Escrever sobre esse assunto é interessante pois, a cada dia que passa, nossas vidas são provocadas com situações que nos impelem a seguir em frente. Mas vamos caminhando nessa jornada terrena com possibilidades e estímulos que nos fazem correr a cada instante em busca de nossas raízes. Nosso lado sensível muitas vezes vai ficando agressivo pela maneira como a sociedade age em busca de seu cotidiano, tanto no trânsito como no trabalho. Vamos, assim, sendo consumidos pela loucura desse mundo maluco em que vivemos. Esse mundo qm que o homem precisa ter e não ser, na premissa de sua batalha diária. Infelizmente, já não somos seres plausíveis como nossos pais, pois a correria diária nos deixa a mercê da loucura. Nossos valores estão mudando frente a novas gerações; o que antes era valor, hoje já não é mais assim considerado. E é nesse mundo caduco que vivemos e enfrentamos nossos medos e sonhos, é nele que nossa apatia vai deixando sequelas em nosso ser. Enfrentando esse caos de nossa sociedade vamos em frente apenas com sonhosde um futuro melhor para essas novas gerações. Vera Salbego

2 comentários:

ANDRADE JORGE disse...

Confreira Vera Salbego, estou
aqui passeando neste seu cantinho poético, perdi-me entre tantas
jóias literárias.
Aproveito para convidá-la visitar meu espaço http://andradejorge.zip.net

Rosana Nobrega disse...

Muito boa. Parabéns!

OBRIGADA PELA VISITA.

AGRADEÇO A VISITA NO MEU BLOG.VOLTEM SEMPRE.AO COPIAR OS TEXTOS NÃO ESQUEÇAM DE COLOCAR O NOME DO AUTOR.ESSA É A LEI DOS DIREITOS AUTORAIS.